Ética em assessoria de imprensa
O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros determina que o profissional não pode exercer cobertura jornalística pelo órgão em que trabalha, em instituições públicas e privadas onde seja funcionário, assessor ou empregado. Por exemplo, um jornalista que assessora o governo não pode realizar cobertura política, é antiético. Dá-se a impressão de que a visão jornalística não vai primar pela isenção, uma vez que tal prática possa prejudicar o profissional, tanto na função de assessor como no órgão de imprensa.
A assessoria de imprensa é vista como o segundo emprego do jornalista, infelizmente, o mercado acaba empurrando o profissional para o cargo de assessor, já que alguns jornais oferecem remuneração demasiadamente baixa, levando o jornalista a migrar para a área de assessoria, onde geralmente são oferecidos os melhores salários. Para evitar que isso aconteça alguns jornais adotam a regra da exclusividade, nenhum outro tipo de vínculo empregatício pode ser estabelecido com uma segunda empresa enquanto o jornalista estiver empregado pelo jornal. Uma maneira de preservar a idoneidade da linha editorial.
Preocupados em zelar pela ética jornalística, alguns teóricos defendem a criação de códigos diferenciados para cada função, um para jornalista e outro para assessor de imprensa, podendo assim fugir de ambigüidades tendo um sólido ponto de referência sobre o que é ou não correto dentro das duas profissões, separando tudo com uma linha menos tênue. Com apenas um código de ética para o jornalista que trabalha em um veículo de informação e em assessoria de imprensa algumas leis podem entrar em conflito, gerando dúvidas e discussões, e o que é pior, comprometendo a ética do profissional.
Para reivindicar direitos é preciso conhecê-los. O jornalista que desempenha a tarefa de assessor tem o dever de conhecer muito bem a legislação para não tropeçar em equívocos que podem valer sua boa índole profissional. Trabalhando corretamente, respeitando as leis que regem sua profissão o jornalista consegue atuar dentro das duas áreas, comprometido com a verdade e com a ética.
Radiojornalismo
Rádio é música, muitos devem pensar desta maneira. Por isso, diretores das emissoras de todo o País, e também de Mato Grosso do Sul, estão pendendo demasiadamente para o lado do divertimento. Oferecem, então, para os ouvintes, uma programação muito mais preocupada em entreter do que informar. A maioria das rádios somente atendem às exigências da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que destina uma pequena porcentagem da grade das emissoras de rádio para o jornalismo.
Jornalistas que copiam e colam
Sobre jornalismo

Para se fazer bem alguma coisa é preciso gostar do que faz, antes de escolher uma carreira as pessoas costumam pensar e pensar... no meu caso acho que foi um impulso pensado, estranho, mas é assim.
O tempo corre, aproveitemos enquanto dura, vamos treinando para ser grandes profissionais e pessoas de caráter. Conhecimento nunca é demais, aumentam os centímetros das nossas mentes, fechando uma diagramação perfeita com títulos inteligentes. As amizades feitas não desaparecem, o tempo pode até distanciar, mas uma história já foi escrita e o texto não foi editado, está tudo na íntegra.






